Parque Estadual Pico Paraná (PEPP)

Horário de Atendimento:
Todos os dias, portaria 24h

Chefe da Unidade:
Marina Gomes Rampim

Contato:
Telefone fixo: (41) 3213-3422
WhatsApp: (41) 9 9554 - 0414
E-mail: pepicoparana@iat.pr.gov.br

Aviso aos visitantes: O preenchimento do cadastro é obrigatório, assim como a assinatura do termo de conhecimento de risco que deverá ser entregue na portaria oficial do Parque.

Como chegar:
Pela BR-116, passando o Posto do Tio Doca, entra à direita na Ponte do Rio Tucum, seguindo por 6 km passando pela Fazenda Pico Paraná e Fazenda Rio das Pedras até a base do IAT, final da estrada e início do acesso à trilha para o Pico Paraná e outros cumes daquela Unidade de Conservação.

Localização: Municípios de Campina Grande do Sul e Antonina
Mapa

 

O Parque Estadual Pico Paraná foi criado em 2002 e abriga algumas das maiores formações rochosas do Estado do Paraná, entre as quais, o Pico Paraná (1.877,39m), o Ibitirati (1.877m), o Ciririca, o Agudo da Cotia. O Pico Paraná é o mais alto do sul do país, localizado na Serra do Mar do Paraná, também conhecido por Serra do Ibitiraquire, que em tupi significa "Serra Verde".

No Parque Estadual Pico Paraná fica o ponto mais alto do Sul do país com 1.899,39 metros acima do nível do mar. Um cenário rodeado pela Serra Ibitiraquire e montanhas encravadas no trecho de floresta atlântica mais bem conservado do Brasil. O Pico Paraná possui 1.877,39 metros.

O Parque atrai montanhistas e aventureiros de todos os lugares, que trilham o cenário descoberto pelo pesquisador alemão Reinhard Maack em 1940. O principais atrativos do parque são o Pico Paraná, maior pico do Sul do Brasil com seus 1.877 m, sendo rodeado pelos picos Caratuva, Itapiroca, Ferraria e Taipabuçu. Do topo do Pico Paraná é possível avistar todo o conjunto de serras e as baías de Paranaguá e Antonina, além de Curitiba e região.

Da entrada principal do Parque, no município de Campina Grande Sul, a caminhada até o cume leva de 6 a 10 horas e exige uma boa dose de preparo físico dos visitantes, pois a uma caminhada até lá é grande e possui trechos difíceis até o cume.

Distância e nível de dificuldade das trilhas:

Morro do Getúlio
    ~3,5 km - esforço físico moderado
Pico Caratuva
     ~5 km - esforço físico intenso
Pico Itapiroca
     ~5,5 km - esforço físico intenso
Pico Taipabuçu
     ~5,5 km - esforço físico intenso
Pico Ferraria
     ~7,5 km - esforço físico intenso
Pico Paraná
     ~10km - Esforço extraordinário

O Pico Paraná é uma trilha que exige preparo físico apropriado, pois a caminhada é longa, levando cerca de 14 horas (ida e volta). Existem vários trechos difíceis até o cume, incluindo alguns trechos de escalada e de subidas com grampos.

PE Pico Paraná

 

Pico Taipabuçu
Vista do Pico Paraná do cume do Pico Taipabuçu

 

PE Pico Paraná

 

PE Pico Paraná

 

PE Pico Paraná

 

PE Pico Paraná
Vista do Pico Paraná do cume do Pico Taipabuçu

 

PE Pico Paraná

 

 

 

PE Pico Paraná
Pico Camapuã
Pico Camapuã
Pico Paraná
Trilha Pico Camapuã - Tucum
Trilha Pico Camapuã - Tucum
Pico Paraná
Vista para o Pico Paraná

 

No Parque, a mata é exuberante e densa, colorida e cheia de sons e nuances. A floresta é formada por arbustos, xaxins, trepadeiras e os mais variados tipos de bromélias, orquídeas e samambaias que convivem com árvores de mais de 30 metros de altura como o cedro, a canjarana, a figueira-branca, a caneta-preta e o sassafrás.

Em diferentes épocas do ano, a floresta fica ainda mais bela quando guapuruvus, guaricicas e quaresmeiras se cobrem de flores.

No Parque é possível ver animais como bugios, serelepes, pacas, ouriços, quatis, cutias e jaguatiricas que deixam pegadas por toda a floresta e podem ser observados à distância. São, ao todo, 71 espécies, muitas delas ameaçadas de extinção como a onça-pintada e a suçuarana.

Orientações

Recomendações

  • O parque não possui estacionamento, mas existem fazendas ao lado que fornecem, pagando-se apenas a taxa do estacionamento.
  • Não é cobrada taxa para acesso ao parque.
  • Não é exigido guia, porém é indicado devido ao nível de dificuldade.
  • Repelente, protetor solar e roupas confortáveis são essenciais.
  • Use calçados sempre fechados e confortáveis.
  • Comida e água são importantes (mas lembre-se de trazer todos os resíduos de volta, incluindo os resíduos orgânicos, a exemplo de cascas e sementes de frutas).
  • Contribua com a conservação do Parque Estadual Pico Paraná, andando somente pelas trilhas principais e evitando percorrer trilhas paralelas ou desvios, pois os solos e a vegetação das montanhas são muito frágeis.
  • Caminhe preferencialmente sobre as rochas já expostas. Além de ser mais seguro, evita o aumento da erosão nas trilhas.
  • Procure andar sempre em grupos pequenos.
  • Procure andar em silêncio, contemple a natureza, tire apenas fotografias.
  • Ter um bom preparo físico para percorrer as trilhas classificadas como Esforço Físico Moderado ou Superior.
  • Não vá para a montanha em dias chuvosos, pois os solos altomontanos, quando molhados, perdem significativamente a sua resistência ao pisoteio, sendo degradados facilmente.
  • Cadastre-se. O cadastro é sua garantia de socorro em uma emergência.
  • Use, preferencialmente, calça e camiseta de manga longa para evitar arranhões.
  • Certifique-se que está levando água em quantidade suficiente.
  • Não é recomendado o consumo de água das fontes naturais do parque, pois esta não é tratada. Se for consumir, utilize algum método de desinfecção.
  • Evite andar sozinho.
  • Não deixe papel higiênico, absorventes e lenços umedecidos na trilha. Leve e descarte em local adequado.
  • Caso precise fazer “xixi”, afaste-se da trilha a uma distância de 5 a 10 metros, em locais afastados de nascentes, córregos e cachoeiras. Além do mau odor, a urina pode gerar contaminação do ambiente e acarretar doenças.

Atividades proibidas:

  • Ingresso com animais de estimação. Respeite a vida selvagem.
  • Fumar.
  • O consumo de bebidas alcoólicas;
  • O uso de equipamentos que causem distúrbios sonoros na área.
  • Qualquer tipo de comércio ambulante na área do Parque.
  • Andar de carro ou moto fora do estacionamento.
  • O abandono de lixo, detritos de qualquer natureza ou outros materiais que maculem a integridade paisagística sanitária ou cênica da área.
  • Sair fora das trilhas previamente demarcadas e sinalizadas.
  • A prática de atos que possam provocar incêndios na área (fogueiras e churrascos).
  • Porte de facas, facões, foices, assim como de quaisquer outras ferramentas manuais de corte, armas de fogo, motosserras e equipamentos que causem distúrbios sonoros na área.
  • Coletar, depredar, entalhar e desgalhar as espécies arbóreas mantidas nas diversas áreas do Parque.
  • Caçar, pescar, coletar e apanhar peças do meio físico e de espécimes da flora e da fauna em todas as zonas de manejo, ressalvadas aquelas com finalidades científicas, desde que autorizadas pelo IAT - Diretoria do Patrimônio Natural (DIPAN).
  • A entrada de pessoas, veículos e equipamentos dentro do Parque não autorizados pelo IAT.
  • Alimentar e assustar os animais.
  • Proibido uso de drone e similares sem autorização conforme Portaria IAT n. 86/2023.

Para sua segurança:

  • Cadastre-se. O cadastro é sua garantia de socorro numa emergência.
  • Evite tanto caminhar sozinho, como em grupos muito grandes.
  • A visita ao Parque é realizada por trilhas. Evite danos ao meio ambiente não saindo das trilhas indicadas.
  • Em caso de acidente, procure avisar a administração do Parque o mais rápido possível.
  • Obedeça a sinalização e a orientação dos funcionários e voluntários.

Informação sobre o Pedrágio:

  • Colabore com o pedrágio, iniciativa de grupos voluntários que objetiva a melhoria das trilhas.
  • Como ajudar: Leve uma pedra até um dos pontos indicados na trilha. Essas pedras serão utilizadas para restaurar trechos deteriorados.

Leve seu Shit tube e ajude o meio ambiente:

  • O ecossistema montanhoso é relativamente frágil e não possui capacidade de absorver a quantidade de dejetos que está sendo deixados pelos visitantes.
  • Shit Tube é um tipo de equipamento utilizado para armazenar e trazer de volta os dejetos produzidos durante a passagem pela montanha, junto é utilizado a cal para evitar qualquer tipo de odor.

O cadastro deve ser preenchido na chegada à Unidade de Conservação, para segurança do visitante e para a gerência do Parque elaborar estatísticas de atividades, acesso, procedência, faixa etária, etc.

Folha de cadastro de visitação